Acidente de Trabalho · Sequelas
Uma sequela pode gerar direito à análise de benefício previdenciário — mesmo que você já tenha voltado a trabalhar normalmente. Isso não é a mesma coisa que o auxílio-doença que você já recebeu.
Reunimos relatos comuns de quem passou por um acidente de trabalho e ficou com sequela. Veja se alguma se parece com a sua situação:
O auxílio-doença acidentário (B91) é pago durante o afastamento — enquanto você não pode trabalhar. Já o auxílio-acidente (B94) é um benefício diferente: pago quando fica uma sequela permanente que reduz a capacidade de trabalho, mesmo que você já tenha voltado à sua função normalmente.
| Auxílio-doença | Auxílio-acidente | |
|---|---|---|
| Precisa estar afastado | ✓ Sim | ✗ Não |
| Pode continuar trabalhando | ✗ Não | ✓ Sim |
| Exige sequela permanente | ✗ Não | ✓ Sim |
| Cumulável com o salário | ✗ Não | ✓ Sim |
Comparação simplificada, com finalidade informativa. Os requisitos exatos dependem da categoria de segurado e das circunstâncias do caso.
A maioria dos casos que analisamos combina estes três elementos. Veja se o seu também se encaixa:
Você era empregado, trabalhador avulso ou segurado especial no momento do acidente ou do reconhecimento da doença ocupacional.
Ficou uma limitação, redução de movimento, dor persistente, perda auditiva ou outra restrição depois do tratamento e da recuperação.
Essa sequela reduziu, de alguma forma, sua capacidade de exercer a mesma função ou atividade de antes.
Sequelas decorrentes de acidente de trabalho aparecem com frequência em algumas atividades:
Cada categoria profissional exige análise própria — o direito depende sempre das circunstâncias do caso.
Isso é mais comum do que parece — e é justamente por pensar assim que muitas pessoas nunca chegam a analisar o próprio caso. O grau da sequela é justamente um dos pontos avaliados pela perícia médica do INSS: mesmo uma redução parcial da capacidade pode, a depender do caso, ser suficiente para a análise do benefício.
Antes de descartar seu caso, vale a pena uma análise.
Quero saber se meu caso se qualificaO INSS não avisa automaticamente sobre esse direito, e nem toda empresa tem interesse em falar sobre isso. Veja alguns mitos comuns:
A confirmação de cada situação depende sempre da análise individual do caso.
Questões trabalhistas e previdenciárias têm prazos próprios. Como regra geral, para direitos trabalhistas aplicam-se os prazos de 5 anos na vigência do contrato e 2 anos após o seu término — mas cada situação pode ter prazos diferentes, por isso vale confirmar antes de descartar.
Um processo simples, direto e sem burocracia para você entender o que pode ser feito:
Relata resumidamente o que aconteceu, com suas palavras. Sem custo nessa etapa.
CAT, laudos, exames, PPP e demais provas disponíveis, com atenção a cada detalhe.
Explicamos com clareza o que pode ser analisado no seu caso — sem promessas de resultado.
Se houver atuação jurídica, você é informado com transparência em todo o processo.
Sou Jorge Augusto R. Lourenço, advogado com atuação em Direito Trabalhista e Previdenciário, com foco especial em acidente de trabalho e doença ocupacional. Analiso cada caso pessoalmente, com atenção aos detalhes que podem fazer diferença.
Análise individual e criteriosa, sem promessa de resultado — cada caso é avaliado de acordo com suas próprias circunstâncias.
Falar com Dr. JorgeReunimos as dúvidas mais comuns sobre acidente de trabalho e sequelas. Não achou a sua? Fale com a gente.
Cada acidente, doença ou sequela possui circunstâncias próprias. Uma análise jurídica individualizada pode ajudar você a compreender os caminhos possíveis para o seu caso.
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